sábado, junho 10

A conquista

Ao longo deste blog, estou farta de dar à língua sobre peripécias que se passam na minha terra.
Ora bem! As histórias da minha terra comparadas com as de Coimbra são verdadeiras histórias da carochinha.

Nos cá por Coimbra temos de tudo o que se possa imaginar, até um auxiliar de acção médica que é um verdadeiro tarado. Não pode ver um homem doente ou saudável que seja peludo, pois fica doido para o comer.

Numa noite em que estava de serviço, deu-se uma grande bronca no hospital entre ele e um médico a quem ele foi ao cu.

Pelo que me foi contado o enfermeiro andou parte da noite a fazer o namoro ao médico, fazendo-lhe alguns elogios sobre o traseiro dele, de como era apetecível, como ele era charmoso visto de costas, que adorava comer um cu tão bem feito, etc.

O médico foi sensível a todo este namoro, e a coisa dá-se.

Mas que pouca sorte a deles! Logo que se embrulharam um no outro ficaram colados.
Deve haver alguma explicação clínica para este incidente, porque o cu do médico fez garrote, e não deixava que o pénis do tarado saísse.

Como aquela triste cena não se resolvia por si só, tiveram de pedir apoio ao pessoal que estava de serviço nessa noite.

Esta cena foi um escândalo de que não há memória, pois todo o pessoal do hospital teve conhecimento deste estranho episódio.

Depois de chamarem quem os pudesse ajudar nesta triste situação, o médico pede para serem levados os dois – claro!, pois eles não de despegavam um do outro – para o bloco operatório.

O pessoal que estava com o problema para resolver lembrou-se de ir buscar um carro de transportar a roupa suja, que é idêntico aos dos supermercados mas muito maior, para os conduzirem sem dar muito nas vistas. Com alguma dificuldade lá os meteram no carrinho.

Então é que o tarado se ria até às orelhas, pois era ele que ia montado no sr. Doutor. O pessoal que os transportava para o bloco bem que os tapava com um cobertor, só que o tarado destapava-se, pois fazia questão de ser visto, porque para ele era uma grande honra ir montado no sr. doutor com este a fazer de mulher.

Se eu já me fartava de rir com as histórias das gandaresas, imaginem o que eu não gozo com toda esta formação académica.