O Carnaval dos galdérios
Os meus amigos desta vez tentaram ser mais discretos e festejaram o Carnaval na quarta-feira de Cinzas. Até aí tudo bem.
Arranjaram um armazém ali perto de Febres, e lá fizeram os preparativos.
Leitão, chanfana, vinho com fartura e até uns semifrios. A coisa foi bem pensada, as ucranianas foram as mesmas, pois já começam a estar habituadas a este regabofe dos srs. doutores.
Desta vez comeram e beberam até lhe chegar com o dedo.
Quando começa novamente a música, já com elas em cima da mesa, já nenhum estava em condições de coisíssima nenhuma, pois o espumante tinto já estava a fazer o seu efeito e eles a prepararem-se para comer a sobremesa, só que as ucranianas tinham combinado o preço, que eram os sessenta euros para dançar, e tudo o que fosse a partir dali era para pagar.
Como todos já estavam bêbados entenderam que não, e aí a coisa começa a aquecer.
Houve um deles que concordou com elas. Resultado: os outros caíram-lhe em cima, porrada até de manhã, e como as ucranianas quiseram receber adiantado, nunca mais ninguém as viu.
Quando será que estes homens terão um comportamento normal?
Acho que não haverá festas tão cedo, até porque metade anda de mal com a outra metade.
Já depois de as ucranianas terem saído, eles queriam saber como é que iriam resolver o problema sexual deles.
Do que é que eles se haviam de lembrar? Com uma bebedeira de todo o tamanho, acharam que o que as deixou fugir devia descer as calças para os outros lhe irem ao cu.
Meu Deus, se dois ou três não estivessem mais lúcidos e não pusessem fim àquela triste ideia, havia de ser o lindo e o bonito.
A mim foi-me contado assim! Mas, da maneira que as coisas andam, não sei mesmo se não teriam resolvido o problema entre eles.
Com um milhão de homossexuais, outro milhão que são os amantes destes não assumidos, depois ainda os bissexuais, bem, o que se terá passado mesmo ao certo nunca saberei, pois o meu amigo não me deve ter contado mesmo tudo.
A verdade é que os homens, quando organizam estas festas – ou patuscadas, como lhe chamam – ou contratam prostitutas ao vão só eles.
Muito gostam eles de brincar uns com os outros.Acho mesmo que as mulheres portuguesas têm de começar a emigrar para a Austrália.
Arranjaram um armazém ali perto de Febres, e lá fizeram os preparativos.
Leitão, chanfana, vinho com fartura e até uns semifrios. A coisa foi bem pensada, as ucranianas foram as mesmas, pois já começam a estar habituadas a este regabofe dos srs. doutores.
Desta vez comeram e beberam até lhe chegar com o dedo.
Quando começa novamente a música, já com elas em cima da mesa, já nenhum estava em condições de coisíssima nenhuma, pois o espumante tinto já estava a fazer o seu efeito e eles a prepararem-se para comer a sobremesa, só que as ucranianas tinham combinado o preço, que eram os sessenta euros para dançar, e tudo o que fosse a partir dali era para pagar.
Como todos já estavam bêbados entenderam que não, e aí a coisa começa a aquecer.
Houve um deles que concordou com elas. Resultado: os outros caíram-lhe em cima, porrada até de manhã, e como as ucranianas quiseram receber adiantado, nunca mais ninguém as viu.
Quando será que estes homens terão um comportamento normal?
Acho que não haverá festas tão cedo, até porque metade anda de mal com a outra metade.
Já depois de as ucranianas terem saído, eles queriam saber como é que iriam resolver o problema sexual deles.
Do que é que eles se haviam de lembrar? Com uma bebedeira de todo o tamanho, acharam que o que as deixou fugir devia descer as calças para os outros lhe irem ao cu.
Meu Deus, se dois ou três não estivessem mais lúcidos e não pusessem fim àquela triste ideia, havia de ser o lindo e o bonito.
A mim foi-me contado assim! Mas, da maneira que as coisas andam, não sei mesmo se não teriam resolvido o problema entre eles.
Com um milhão de homossexuais, outro milhão que são os amantes destes não assumidos, depois ainda os bissexuais, bem, o que se terá passado mesmo ao certo nunca saberei, pois o meu amigo não me deve ter contado mesmo tudo.
A verdade é que os homens, quando organizam estas festas – ou patuscadas, como lhe chamam – ou contratam prostitutas ao vão só eles.
Muito gostam eles de brincar uns com os outros.Acho mesmo que as mulheres portuguesas têm de começar a emigrar para a Austrália.

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