A Manhosa e a Intrusa
A manhosa hoje telefonou-me novamente, pois queria um conselho.
Logo pela manhã, recebe um telefonema de uma brasileira que viu o contacto dela no jornal.
A brasileira ofereceu-lhe os serviços dela, pois estava a precisar muito de trabalho.
Tinha estado a trabalhar no Algarve, mas vinha cheia de queixas dos algarvios. Que eram pouco delicados, que não tratam bem as mulheres, que estava farta daquilo, etc.
A manhosa estava com a agenda cheia, mandou-a ir ter a casa dela.
A outra chega e começa logo a aviar os cientes velhos.
Lá mais para a tarde, telefona-me outra vez, já para dizer mal do trabalho da outra, que ela não sabia fazer massagens nem o resto. Que tinha andado a ver o trabalho dela e que não estava a gostar.
Eu fiquei a pensar por que teria ela de andar a ver a outra a foder, por que é que ela, que era quem recebia o dinheiro, não perguntava aos clientes se eles tinham sido bem atendidos pela sua colaboradora? Era o mais correcto! Mas não! Andou a vigiar tudo.
Mais tarde, telefona-me outra vez a dizer-me que a brasileira andava toda a tremer, e que deixava cair tudo das mãos. Eu respondi-lhe: «Deixa a mulher fazer o serviço dela! Não andes a vigiá-la. Se ela treme, é porque está nervosa ou com fome. Dá um copo de leite à moça e deixa-a trabalhar em paz!» «Não é preciso, ela tomou um comprimido, e as tremuras estão a passar-lhe.»
Tomei consciência do que ali se estava a passar. A moça era drogada ou alcoólica. Como já tinha desligado, liguei-lhe eu e disse-lhe: «Manda essa mulher embora, porque ela deve ser drogada.» Resposta dela: «Eu já lhe ligo, estou a fazer as contas.»
Ela não dizia nada, ligo novamente! Mas que rebuliço ali se estava a passar? Foi a brasileira que fez 200 euros, e a manhosa só lhe deu 30, pois perdeu muito tempo a ensiná-la a trabalhar.Fartei-me de rir, pois já estava à espera de uma cena do género.
Quando a outra se foi embora, perguntei-lhe: «Ouve lá, por que é que roubaste a preta?» «Qual preta? Ela é mais loura que eu! Além disso, os clientes eram meus, a casa era minha, a água do banho era minha, a cama era minha. Só a cona é que era dela!»
Fartei-me de rir. A forma como ela vê as coisas deixa-nos sem argumentos.
Logo pela manhã, recebe um telefonema de uma brasileira que viu o contacto dela no jornal.
A brasileira ofereceu-lhe os serviços dela, pois estava a precisar muito de trabalho.
Tinha estado a trabalhar no Algarve, mas vinha cheia de queixas dos algarvios. Que eram pouco delicados, que não tratam bem as mulheres, que estava farta daquilo, etc.
A manhosa estava com a agenda cheia, mandou-a ir ter a casa dela.
A outra chega e começa logo a aviar os cientes velhos.
Lá mais para a tarde, telefona-me outra vez, já para dizer mal do trabalho da outra, que ela não sabia fazer massagens nem o resto. Que tinha andado a ver o trabalho dela e que não estava a gostar.
Eu fiquei a pensar por que teria ela de andar a ver a outra a foder, por que é que ela, que era quem recebia o dinheiro, não perguntava aos clientes se eles tinham sido bem atendidos pela sua colaboradora? Era o mais correcto! Mas não! Andou a vigiar tudo.
Mais tarde, telefona-me outra vez a dizer-me que a brasileira andava toda a tremer, e que deixava cair tudo das mãos. Eu respondi-lhe: «Deixa a mulher fazer o serviço dela! Não andes a vigiá-la. Se ela treme, é porque está nervosa ou com fome. Dá um copo de leite à moça e deixa-a trabalhar em paz!» «Não é preciso, ela tomou um comprimido, e as tremuras estão a passar-lhe.»
Tomei consciência do que ali se estava a passar. A moça era drogada ou alcoólica. Como já tinha desligado, liguei-lhe eu e disse-lhe: «Manda essa mulher embora, porque ela deve ser drogada.» Resposta dela: «Eu já lhe ligo, estou a fazer as contas.»
Ela não dizia nada, ligo novamente! Mas que rebuliço ali se estava a passar? Foi a brasileira que fez 200 euros, e a manhosa só lhe deu 30, pois perdeu muito tempo a ensiná-la a trabalhar.Fartei-me de rir, pois já estava à espera de uma cena do género.
Quando a outra se foi embora, perguntei-lhe: «Ouve lá, por que é que roubaste a preta?» «Qual preta? Ela é mais loura que eu! Além disso, os clientes eram meus, a casa era minha, a água do banho era minha, a cama era minha. Só a cona é que era dela!»
Fartei-me de rir. A forma como ela vê as coisas deixa-nos sem argumentos.

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