O presente envenenado
Há ideias mesmo tristes! Quem era a mulher que poderia imaginar receber na sua própria casa, e do seu próprio marido, uma puta como presente de aniversário?
Isto para uma lésbica até poderia ser uma surpresa agradável, mas para uma mulher que gosta tanto de macho isto foi o fim do mundo.
Este episódio passou-se assim:
Está uma amiga minha na sua casa a receber os seus convidados, e eis que de repente vê o marido com grande entusiasmo quando a campainha toca.
A mulher fica surpreendida quando ele abre a porta e lhe entra pela casa adentro uma convidada que ela não conhecia de parte nenhuma.
O frio na rua era de cortar à faca, e a prenda vinha de mini-saia e kispo por cima. A princípio parecia que vinha em cuecas, mas depois verificámos que trazia qualquer coisa por baixo.
Os convidados ficaram surpreendidos, e a aniversariante ainda mais, pois não conheciam a criatura de parte nenhuma.
Como ela nunca falou com ninguém a não ser com o marido da dona da casa, pensámos tratar-se de alguma ucraniana animadora de festas para homens. Mas não! A puta era portuguesa mesmo, e a festa lá continuou.
Até que os dois se esgueiraram de mansinho para um canto escuro do terraço, onde estava uma temperatura abaixo de o graus.
A dona da casa estava entretida na cozinha quando uma das convidadas a foi avisar do que se estava a passar no terraço, e aí é que foi bonito: a anfitriã, que até é paciente, perdeu a paciência e pôs a outra para correr.
Depois de lhes dizer para passarem imediatamente para o salão da casa, e que a presença da intrusa não lhe era agradável, a criatura foi vestir o kispo e, quando se esperava que ela saísse, sentou-se novamente ao lado de quem a tinha convidado.
O ambiente ficou desagradável, mas ela pouco se importou com isso e continuou sentada.
Estragou o ambiente, mas a dona da casa, senhora com nível, ignorou-a e continuou dando atenção aos seus convidados como se nada se estivesse a passar ali. Com nervos de aço, aguentou.
Quando os convidados começaram a sair, aí a intrusa cortou-as depois de toda a porcaria que tinha feito, e saiu também.
Qual não foi a surpresa da aniversariante quando o marido, ao pé da porta, se abraça à convidada dele e lhe põe uma mão em cada ombro e ficou a falar-lhe ao ouvido, só eles sabendo o quê.
Depois de terminada a festa, os donos da casa fecharam a porta, e quando ele estava à espera da reacção da mulher, ela só lhe disse: «Vai dormir para o quarto de hóspedes, que amanhã falamos.»
No dia seguinte, ele sai para ir tratar do compromisso que tinha assumido ao ouvido dela.
Quando telefona para casa a dizer que vinha a caminho, a mulher respondeu-lhe que voltasse só à noite para levar as coisas dele.
Todos os países deviam ser governados por mulheres como esta.
E este planeta seria bem diferente.
Isto para uma lésbica até poderia ser uma surpresa agradável, mas para uma mulher que gosta tanto de macho isto foi o fim do mundo.
Este episódio passou-se assim:
Está uma amiga minha na sua casa a receber os seus convidados, e eis que de repente vê o marido com grande entusiasmo quando a campainha toca.
A mulher fica surpreendida quando ele abre a porta e lhe entra pela casa adentro uma convidada que ela não conhecia de parte nenhuma.
O frio na rua era de cortar à faca, e a prenda vinha de mini-saia e kispo por cima. A princípio parecia que vinha em cuecas, mas depois verificámos que trazia qualquer coisa por baixo.
Os convidados ficaram surpreendidos, e a aniversariante ainda mais, pois não conheciam a criatura de parte nenhuma.
Como ela nunca falou com ninguém a não ser com o marido da dona da casa, pensámos tratar-se de alguma ucraniana animadora de festas para homens. Mas não! A puta era portuguesa mesmo, e a festa lá continuou.
Até que os dois se esgueiraram de mansinho para um canto escuro do terraço, onde estava uma temperatura abaixo de o graus.
A dona da casa estava entretida na cozinha quando uma das convidadas a foi avisar do que se estava a passar no terraço, e aí é que foi bonito: a anfitriã, que até é paciente, perdeu a paciência e pôs a outra para correr.
Depois de lhes dizer para passarem imediatamente para o salão da casa, e que a presença da intrusa não lhe era agradável, a criatura foi vestir o kispo e, quando se esperava que ela saísse, sentou-se novamente ao lado de quem a tinha convidado.
O ambiente ficou desagradável, mas ela pouco se importou com isso e continuou sentada.
Estragou o ambiente, mas a dona da casa, senhora com nível, ignorou-a e continuou dando atenção aos seus convidados como se nada se estivesse a passar ali. Com nervos de aço, aguentou.
Quando os convidados começaram a sair, aí a intrusa cortou-as depois de toda a porcaria que tinha feito, e saiu também.
Qual não foi a surpresa da aniversariante quando o marido, ao pé da porta, se abraça à convidada dele e lhe põe uma mão em cada ombro e ficou a falar-lhe ao ouvido, só eles sabendo o quê.
Depois de terminada a festa, os donos da casa fecharam a porta, e quando ele estava à espera da reacção da mulher, ela só lhe disse: «Vai dormir para o quarto de hóspedes, que amanhã falamos.»
No dia seguinte, ele sai para ir tratar do compromisso que tinha assumido ao ouvido dela.
Quando telefona para casa a dizer que vinha a caminho, a mulher respondeu-lhe que voltasse só à noite para levar as coisas dele.
Todos os países deviam ser governados por mulheres como esta.
E este planeta seria bem diferente.

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