O sr. prior
Ali para os lados de Mira acontece cada coisa, que até Deus se admira. Numa freguesia lá próxima vivia um casal ainda jovem. Ele trabalhava no ramo da informática. Ela era uma executiva da função pública.
A esposa, mulher atraente, fogosa e jovem, adorava exibir os seus dotes e insinuar-se. O marido, demasiado ocupado com os seus compromissos e com uns bons uísques à mistura, não tinha tempo para satisfazer os desejos sexuais dela, que sofria muito com a falta de atenção e do resto.
Começa então a ficar com depressões com a falta de atenção e do carinho do marido.
Nessa mesma freguesia havia um padre, muito simpático e amigo do casal, que começou a ir consolar a senhora e a dar-lhe todo o que ela precisava. Assim, o padre começou a aliviar o stress dela e o dele também.
Bebia uns copos lá em casa com o marido até que este adormecia e se ia deitar, e lá ficava o amigo mais um bom bocado a consolar a senhora, pois o sr. padre achava por bem e acima de tudo por misericórdia ajudar o amigo naquela tarefa bem difícil.
Mas como as visitas do padre eram muito assíduas, a própria família começou a desconfiar, e um desses elementos vai contar tudo ao pai da jovem senhora. Este não ficou nada contente e resolve fazer justiça para limpar a honra da filha.
Fez uma espera ao sr. padre de caçadeira em punho que este só teve tempo de sair pela porta da frente e meter-se no carro à pressa.
O pai depressa se apercebeu, e começa ali uma perseguição por todas as ruas daquela freguesia.
Foi então que chegou aos ouvidos do marido o que o sogro andava a fazer.
Este pega também no carro e lança-se numa perseguição louca para ir em defesa do sr. padre.
Como esta perseguição durou algumas horas, aquilo começou a ser falado, pois aquele rali nunca mais acabava.
Há um outro amigo da senhora que, ao ter conhecimento do que se estava a passar lá na terra, entra ele próprio também na dita perseguição.
Depois de correrem todas as ruas do concelho, juntam-se todos num cruzamento.
O último a entrar nesta corrida foi o industrial grande amigo da senhora. Sai do carro e lá começa ele a acalmar os ânimos.
A situação acalmou, pois o pai da senhora ficou frustrado ao ver que o corno do genro estava do lado do sr. Padre, e desistiu ali mesmo de lhe limpar o sebo.
Foram então todos para casa do casal, beberam até o marido ficar a cair, deitaram-no e lá ficaram os dois a consolar a senhora, que estava inconsolável.
Dessa consolação toda nasceu uma criança, e foram todos muito felizes, até o corno.
A esposa, mulher atraente, fogosa e jovem, adorava exibir os seus dotes e insinuar-se. O marido, demasiado ocupado com os seus compromissos e com uns bons uísques à mistura, não tinha tempo para satisfazer os desejos sexuais dela, que sofria muito com a falta de atenção e do resto.
Começa então a ficar com depressões com a falta de atenção e do carinho do marido.
Nessa mesma freguesia havia um padre, muito simpático e amigo do casal, que começou a ir consolar a senhora e a dar-lhe todo o que ela precisava. Assim, o padre começou a aliviar o stress dela e o dele também.
Bebia uns copos lá em casa com o marido até que este adormecia e se ia deitar, e lá ficava o amigo mais um bom bocado a consolar a senhora, pois o sr. padre achava por bem e acima de tudo por misericórdia ajudar o amigo naquela tarefa bem difícil.
Mas como as visitas do padre eram muito assíduas, a própria família começou a desconfiar, e um desses elementos vai contar tudo ao pai da jovem senhora. Este não ficou nada contente e resolve fazer justiça para limpar a honra da filha.
Fez uma espera ao sr. padre de caçadeira em punho que este só teve tempo de sair pela porta da frente e meter-se no carro à pressa.
O pai depressa se apercebeu, e começa ali uma perseguição por todas as ruas daquela freguesia.
Foi então que chegou aos ouvidos do marido o que o sogro andava a fazer.
Este pega também no carro e lança-se numa perseguição louca para ir em defesa do sr. padre.
Como esta perseguição durou algumas horas, aquilo começou a ser falado, pois aquele rali nunca mais acabava.
Há um outro amigo da senhora que, ao ter conhecimento do que se estava a passar lá na terra, entra ele próprio também na dita perseguição.
Depois de correrem todas as ruas do concelho, juntam-se todos num cruzamento.
O último a entrar nesta corrida foi o industrial grande amigo da senhora. Sai do carro e lá começa ele a acalmar os ânimos.
A situação acalmou, pois o pai da senhora ficou frustrado ao ver que o corno do genro estava do lado do sr. Padre, e desistiu ali mesmo de lhe limpar o sebo.
Foram então todos para casa do casal, beberam até o marido ficar a cair, deitaram-no e lá ficaram os dois a consolar a senhora, que estava inconsolável.
Dessa consolação toda nasceu uma criança, e foram todos muito felizes, até o corno.

<< Home