Coimbra continua a ser uma lição...
Tenho uma amiga que todos os dias me surpreende. A forma como ela vê e analisa os amigos ultrapassa de longe tudo o que se possa imaginar! Ainda está neste blog a história do burro que ofereceu uma a tábua de passar a ferro a uma puta. Agora imaginem oferecer uma puta a um amigo para lhe pagar um favor!
Esta amiga dá aulas num ciclo aqui próximo de Coimbra, e nos dias de hoje é quase obrigatório saber trabalhar com um computador; ora bem, por descuido ou por preguiça, ela, que nunca se preocupou com isso, viu-se obrigada a aprender.
Há um colega do mesmo ciclo que se ofereceu para lhe dar umas aulas, e a minha amiga aproveitou. Resultado: ela, que não gosta de ficar a dever favores a ninguém, resolveu agradecer a gentileza do colega, e como é sempre difícil escolher um presente para outra pessoa, pôs-se a pensar seriamente nesse assunto e chegou à conclusão de que o que aquele homem mais gostava era de cona.
Isto de facto era uma coisa que a iria obrigar a fazer alguns contactos para poder oferecer um presente tão original.
De repente, lembrou-se de que eu estava a escrever uma obra que tinha vários episódios sobre uma moça que é empresária no ramo da prostituição. Meteu-se no carro e veio ter comigo para eu lhe dar o contacto, embora ela também a conhecesse, pois a prostituta já tinha sido proprietária de um restaurante onde nós fomos almoçar algumas vezes.
Dei-lhe o n.º do telemóvel, não deixando de ficar surpreendida com tal oferta, e ao mesmo tempo rindo-me do insólito desta situação, e pensando para mim mesma que estas coisas só me acontecem a mim.
Pois bem, a minha amiga foi-se embora. Passados dias, quando eu quase já tinha esquecido o assunto, telefona-me a prostituta a dizer-me que a Sra. Dra. a tinha ido visitar e acertar o preço do seu serviço, etc.
Fiquei sem palavras! Que a minha amiga tenha feito este contrato já foi um caso no mínimo estranho, mas que ela tenha ido inspeccionar o produto antes de o pagar, aquilo já foi de mais!, pois o que ficou combinado comigo era ela deixar o dinheiro cá em casa depois de acertar horário, data e preço pelo telefone.
Neste caso até foi melhor assim, pois a prostituta está furiosa, não gostou do cliente e diz que não quer mais nada com tal pessoa, que de futuro a Sra. Dra. que lhe faça os pagamentos com a cona dela.
Adoro esta cidade e as surpresas que ela me proporciona, pois cada dia aprendo algo de novo. Vou pensar muito seriamente nos presentes que vou oferecer no Natal.
Esta amiga dá aulas num ciclo aqui próximo de Coimbra, e nos dias de hoje é quase obrigatório saber trabalhar com um computador; ora bem, por descuido ou por preguiça, ela, que nunca se preocupou com isso, viu-se obrigada a aprender.
Há um colega do mesmo ciclo que se ofereceu para lhe dar umas aulas, e a minha amiga aproveitou. Resultado: ela, que não gosta de ficar a dever favores a ninguém, resolveu agradecer a gentileza do colega, e como é sempre difícil escolher um presente para outra pessoa, pôs-se a pensar seriamente nesse assunto e chegou à conclusão de que o que aquele homem mais gostava era de cona.
Isto de facto era uma coisa que a iria obrigar a fazer alguns contactos para poder oferecer um presente tão original.
De repente, lembrou-se de que eu estava a escrever uma obra que tinha vários episódios sobre uma moça que é empresária no ramo da prostituição. Meteu-se no carro e veio ter comigo para eu lhe dar o contacto, embora ela também a conhecesse, pois a prostituta já tinha sido proprietária de um restaurante onde nós fomos almoçar algumas vezes.
Dei-lhe o n.º do telemóvel, não deixando de ficar surpreendida com tal oferta, e ao mesmo tempo rindo-me do insólito desta situação, e pensando para mim mesma que estas coisas só me acontecem a mim.
Pois bem, a minha amiga foi-se embora. Passados dias, quando eu quase já tinha esquecido o assunto, telefona-me a prostituta a dizer-me que a Sra. Dra. a tinha ido visitar e acertar o preço do seu serviço, etc.
Fiquei sem palavras! Que a minha amiga tenha feito este contrato já foi um caso no mínimo estranho, mas que ela tenha ido inspeccionar o produto antes de o pagar, aquilo já foi de mais!, pois o que ficou combinado comigo era ela deixar o dinheiro cá em casa depois de acertar horário, data e preço pelo telefone.
Neste caso até foi melhor assim, pois a prostituta está furiosa, não gostou do cliente e diz que não quer mais nada com tal pessoa, que de futuro a Sra. Dra. que lhe faça os pagamentos com a cona dela.
Adoro esta cidade e as surpresas que ela me proporciona, pois cada dia aprendo algo de novo. Vou pensar muito seriamente nos presentes que vou oferecer no Natal.

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