Os garanhões
Está um bonito dia, e deu-me para pensar. Vejam só para o que me havia de dar! Resolvi fazer uma análise ao comportamento dos homens. De facto, a grande maioria deixa muito a desejar!
No que diz respeito a sentimentos, só os têm da cintura para baixo.
Já repararam com que cuidado eles agarram na pila deles? Se repararem, cada vez que se vão lavar, primeiro seguram nela com apenas dois dedos para não a magoarem, e depois não a esfregam, acariciam-na com a toalha. E o medo que eles têm de a entalar no fecho! Os cuidados que eles têm com aqueles 50 gramas! É de morrer a rir.
Mas, na verdade, e pensando bem, eles estão é a proteger os miolos. Pois é com aquela cabeça que eles tomam as decisões mais importantes da sua vida.
Quem é que os comanda? É a pila.
É a partir dali que eles tomam grandes decisões; as grandes ideias, as grandes paixões e todas as asneiras que fazem são o resultado que dá eles só pensarem com a cabeça de baixo, visto que a de cima serve apenas para arranjar maneiras e mentiras de satisfazer os desejos da primeira.
Há três tipos de homens: os palradores, que falam muito e comem pouco; os tímidos, que comem tudo o que lhes aparece pela frente com medo de não terem outra oportunidade, e os últimos são os garanhões, que são uma fraude – até fodem de ouvido!
Eles é boîtes, eles é discotecas, mas onde eles se satisfazem a sério e à maneira é nas casas de massagens, pois pedem às prostitutas que lhes metam um vibrador.
A triste realidade deste corrupio todo é que eles querem fazer-se passar por machões e não assumem que gostam é de homem.
Egoístas até à quinta casa! Vejam lá se eles, quando inventaram o Viagra se lembraram de um comprimido também para nós? Nada! Só agora, passados anos, é que estão a falar nisso!
Além do mais, nós nunca sabemos quando é que a amante do nosso marido não será um macho.
É vê-los pelas casas de banho dos centros comerciais a engatar-se uns aos outros. Por que será que as casas de banho dos ditos machos não têm privacidade?! Será que é para se verem melhor uns aos outros? Afinal, foram eles que as inventaram.
Tenho um amigo que é gay e que me conta toda a miséria que por aí se passa com aqueles grandes senhores, até Deus se admira. Eles pensam é que nós, mulheres, não sabemos toda a miséria que por aí anda! Eles que façam aquilo de que gostam, mas que assumam.
Tenho outro amigo que falhou em tudo o que é relacionamento porque, na realidade, ele gostava era de putas. Assumiu! Foi buscar uma que, de Verão, trabalha nos pinhais, e no Inverno, nos cafés ou nos apartamentos.
Hoje, é um homem feliz! De manhã vai levá-la ao trabalho, à noite vai buscá-la. Cá para mim, ele adora o cheiro a macho que ela leva para casa.
Conheço este homem de longa data, e acho que ele agora é uma pessoa feliz.
Aos domingos, que é o dia do corno, ele tinha por obrigação levar a família a dar uma volta. Aquilo era uma tristeza e umas trombas que só visto. Parecia que não havia maneira de aquele dia findar. Hoje não, está feliz e realizado!
De qualquer maneira, um homem sem cornos é como um baile sem música.
No que diz respeito a sentimentos, só os têm da cintura para baixo.
Já repararam com que cuidado eles agarram na pila deles? Se repararem, cada vez que se vão lavar, primeiro seguram nela com apenas dois dedos para não a magoarem, e depois não a esfregam, acariciam-na com a toalha. E o medo que eles têm de a entalar no fecho! Os cuidados que eles têm com aqueles 50 gramas! É de morrer a rir.
Mas, na verdade, e pensando bem, eles estão é a proteger os miolos. Pois é com aquela cabeça que eles tomam as decisões mais importantes da sua vida.
Quem é que os comanda? É a pila.
É a partir dali que eles tomam grandes decisões; as grandes ideias, as grandes paixões e todas as asneiras que fazem são o resultado que dá eles só pensarem com a cabeça de baixo, visto que a de cima serve apenas para arranjar maneiras e mentiras de satisfazer os desejos da primeira.
Há três tipos de homens: os palradores, que falam muito e comem pouco; os tímidos, que comem tudo o que lhes aparece pela frente com medo de não terem outra oportunidade, e os últimos são os garanhões, que são uma fraude – até fodem de ouvido!
Eles é boîtes, eles é discotecas, mas onde eles se satisfazem a sério e à maneira é nas casas de massagens, pois pedem às prostitutas que lhes metam um vibrador.
A triste realidade deste corrupio todo é que eles querem fazer-se passar por machões e não assumem que gostam é de homem.
Egoístas até à quinta casa! Vejam lá se eles, quando inventaram o Viagra se lembraram de um comprimido também para nós? Nada! Só agora, passados anos, é que estão a falar nisso!
Além do mais, nós nunca sabemos quando é que a amante do nosso marido não será um macho.
É vê-los pelas casas de banho dos centros comerciais a engatar-se uns aos outros. Por que será que as casas de banho dos ditos machos não têm privacidade?! Será que é para se verem melhor uns aos outros? Afinal, foram eles que as inventaram.
Tenho um amigo que é gay e que me conta toda a miséria que por aí se passa com aqueles grandes senhores, até Deus se admira. Eles pensam é que nós, mulheres, não sabemos toda a miséria que por aí anda! Eles que façam aquilo de que gostam, mas que assumam.
Tenho outro amigo que falhou em tudo o que é relacionamento porque, na realidade, ele gostava era de putas. Assumiu! Foi buscar uma que, de Verão, trabalha nos pinhais, e no Inverno, nos cafés ou nos apartamentos.
Hoje, é um homem feliz! De manhã vai levá-la ao trabalho, à noite vai buscá-la. Cá para mim, ele adora o cheiro a macho que ela leva para casa.
Conheço este homem de longa data, e acho que ele agora é uma pessoa feliz.
Aos domingos, que é o dia do corno, ele tinha por obrigação levar a família a dar uma volta. Aquilo era uma tristeza e umas trombas que só visto. Parecia que não havia maneira de aquele dia findar. Hoje não, está feliz e realizado!
De qualquer maneira, um homem sem cornos é como um baile sem música.

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