As lésbicas
Há uns anos aparece-me em casa uma rapariga que era lésbica.
Teria nessa altura uns 35 anos.
Ela tinha arranjado uma namorada, moça jovem de 17 anos, estudante e mentirosa como tudo.
A mãe alugava quartos a estudantes, e elas logo arranjaram uma maneira de meter a lésbica – que estava convencida de que era macho – lá em casa. Aparece como funcionária pública, que até era, que tinha sido transferida e que estava com algumas dificuldades em arranjar casa, que poderia dormir nem que fosse num sofá até resolver o problema dela, etc. Aí a mais nova entra na conversa e põe o quarto dela à disposição, pois nessa altura do ano já estava tudo alugado.
Negócio fechado, lá se iriam arranjar. E de que maneira!
A que tinha a mania de que era homem estava mesmo convencida de que nos seus orgasmos tinha espermatozóides, e deve ter convencido a miúda disso, pois esta não teve certos cuidados... e aparece grávida.
Pede-me para eu lhe pôr as cartas, como se isso fosse preciso! Como consultora espiritual dela, tive de me conter para não rir à gargalhada, mas enfim, lá fiz o meu papel, fazendo de conta, claro!, pois aquilo era muito importante para ela.
Depois de ver tudo muito atentamente, digo-lhe: «Não, você não vai ser pai! Quem vai ser pai é um colega da sua namorada.» A mulher fica completamente transtornada e sai porta fora.
Estava eu tranquilamente a jantar, quando me aparecem as duas para eu pôr as cartas na frente da garota. Eu disse imediatamente que não era preciso, porque, se ela estava grávida, só podia ter feito aquilo com uma piça! Passei-me, paciência.
Bem, foi o lindo e o bonito, a garota começa a levar no focinho ali na minha frente como gente grande. A verdade é que eu podia pôr termo àquilo, mas como a garota tinha sido mal-educada comigo, deixei, até que me fartei daquela cena ridícula e pus as duas na rua.
Este relato é tão real como todos os outros, mas, muito sinceramente, até tenho medo de que os leitores pensem que sofro de alucinações. Nunca mais me apareceram.
Estarão elas internadas em psiquiatria? Ou estarão cheias de filhos uma da outra?
Teria nessa altura uns 35 anos.
Ela tinha arranjado uma namorada, moça jovem de 17 anos, estudante e mentirosa como tudo.
A mãe alugava quartos a estudantes, e elas logo arranjaram uma maneira de meter a lésbica – que estava convencida de que era macho – lá em casa. Aparece como funcionária pública, que até era, que tinha sido transferida e que estava com algumas dificuldades em arranjar casa, que poderia dormir nem que fosse num sofá até resolver o problema dela, etc. Aí a mais nova entra na conversa e põe o quarto dela à disposição, pois nessa altura do ano já estava tudo alugado.
Negócio fechado, lá se iriam arranjar. E de que maneira!
A que tinha a mania de que era homem estava mesmo convencida de que nos seus orgasmos tinha espermatozóides, e deve ter convencido a miúda disso, pois esta não teve certos cuidados... e aparece grávida.
Pede-me para eu lhe pôr as cartas, como se isso fosse preciso! Como consultora espiritual dela, tive de me conter para não rir à gargalhada, mas enfim, lá fiz o meu papel, fazendo de conta, claro!, pois aquilo era muito importante para ela.
Depois de ver tudo muito atentamente, digo-lhe: «Não, você não vai ser pai! Quem vai ser pai é um colega da sua namorada.» A mulher fica completamente transtornada e sai porta fora.
Estava eu tranquilamente a jantar, quando me aparecem as duas para eu pôr as cartas na frente da garota. Eu disse imediatamente que não era preciso, porque, se ela estava grávida, só podia ter feito aquilo com uma piça! Passei-me, paciência.
Bem, foi o lindo e o bonito, a garota começa a levar no focinho ali na minha frente como gente grande. A verdade é que eu podia pôr termo àquilo, mas como a garota tinha sido mal-educada comigo, deixei, até que me fartei daquela cena ridícula e pus as duas na rua.
Este relato é tão real como todos os outros, mas, muito sinceramente, até tenho medo de que os leitores pensem que sofro de alucinações. Nunca mais me apareceram.
Estarão elas internadas em psiquiatria? Ou estarão cheias de filhos uma da outra?

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